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MARKETING INSTITUCIONAL
A GT
usa a terminologia do Marketing Institucional - e não comunicação
institucional - para agrupar as ferramentas usadas pelas empresas
privadas e públicas em suas atividades de comunicação.
Nesse caso, o conceito de marketing assume maior abrangência,
funcionando como guarda-chuva dos programas, projetos e ações
voltadas para criar e desenvolver uma identidade e projetar uma
imagem.
- Assessoria de Imprensa
– A atividade de assessoria de imprensa constitui uma das
principais ferramentas do marketing institucional. A GT parte
do princípio que, em um mundo povoado por imagens multifacetadas
e onde os meios de comunicação assumem papel de
relevância na formação da opinião pública,
a imprensa deve estar no centro das estratégias organizacionais,
devendo receber a atenção especial dos dirigentes.
A concepção de trabalho que norteia a GT, nessa
área, é a da ênfase na consultoria estratégica,
que pressupõe atividades de detecção do meio
ambiente, a partir da leitura da imprensa, e orientação
dos corpos dirigentes quanto às ameaças e oportunidades
geradas pela conjuntura social, política e econômica.
A relação com a imprensa há de se desenvolver
sob o leito da reciprocidade e do respeito entre empresa e imprensa.
Entende a GT que a abertura de espaços na mídia,
tão desejada pelas empresas e seus dirigentes, faz parte
de uma intensa e prolongada relação de respeito
e cordialidade, que deve se amparar na oferta de informações
de significação social para uso dos meios de comunicação.
A verdade pautará as ações comunicativas
e porta-vozes técnicos, treinados e capacitados, projetarão
um conceito denso e qualificado sobre a organização.
Parte-se, ainda, do entendimento de que, mais importante que a
quantidade de releases, é a presença qualificada
da organização na mídia por meio de espaços
ocupados por porta-vozes e dirigentes empresariais.
- Clima Organizacional
- O ambiente interno é o primeiro espelho a refletir a
imagem das organizações. Se apresentar fissuras,
a identidade a ser projetada gerará imagens distorcidas.
A maneira mais eficaz de se aferir a temperatura do ambiente interno
é a pesquisa de clima organizacional, que se faz junto
a amostras de segmentos da comunidade trabalhadora. Trata-se de
uma ferramenta adequada para subsidiar o planejamento do marketing
interno (endomarketing).
- Comunicação Gerencial
- Parcela ponderável dos problemas internos não
decorre de falhas do sistema de comunicação social
- ou seja, dos fluxos de comunicação postos a serviço
da comunidade pela organização – e sim de
ruídos e distorções existentes no sistema
de comunicação gerencial. Esse sistema agrupa todos
os problemas de comunicação existentes nos fluxos
descendentes (de cima para baixo), ascendentes (de baixo para
cima) e laterais (entre chefes, gerentes e setores). Trata-se
de um conjunto de questões que dizem respeito à
cultura das gerências, à cultura da empresa, aos
modelos de gestão adotados e às práticas
das relações cotidianas. Esse acervo pode ser diagnosticado
e solucionado por meio de treinamento. A GT propõe a realização
de Cursos sobre Comunicação Gerencial direcionado
aos corpos gerenciais.
- Comunicação Administrativa
- O sistema de comunicação administrativa compreende
a massa dos papéis da burocracia organizacional, a partir
de memorandos, informativos técnicos, folhetos, relatórios,
normas e portarias etc. Grande parte das formas técnicas
de comunicação deixa de ser consumida pelos receptores,
por falta de tempo, por falta de interesse, por desvio de foco,
por má distribuição, por duplicação
de canais etc. A tendência nas organizações
é a de aumentar o volume de canais técnicos e esse
desvio nem sempre é perceptível. A GT é especializada
no diagnóstico e na solução dos problemas
de comunicação administrativa.
- Auditoria de Imagem -
A imagem externa abriga um conjunto de significados e percepções,
que assumem posições diferentes junto aos consumidores
e segmentos-alvo da organização. São raras
as organizações que sabem distinguir os limites
exatos da imagem projetada. Recursos volumosos são investidos
em programas e projetos de comunicação sem se avaliar
o benefício e as metas a serem atingidas. Para se amparar
as estratégias de comunicação externa, aproximando-as
do ideal imagético pretendido, convém a realização
periódica de uma Auditoria de Imagem. Esta ferramenta compreende
um conjunto de avaliações, a partir de pesquisas
em profundidade, que esboçarão as percepções
externas sobre a organização.
- Controle de qualidade da comunicação
social - Mapeamento das formas, meios e recursos
de comunicação, objetivando identificar pontos fortes
e pontos fracos. Ao diagnóstico, segue-se um replanejamento
da comunicação social, desenvolvendo-se, para cada
projeto, um roteiro próprio (objetivos, metas, estratégias,
conteúdo e linguagem, morfologia gráfica, cronograma
e formas de operação). Trata-se de uma atividade
de consultoria que se inicia com a pesquisa e se conclui com a
implantação e monitoramento do replanejamento.
- Planejamento da Comunicação
Externa e do Endomarketing - A noção
de planejamento da comunicação deve integrar as
estratégias organizacionais, porque a ausência de
rumos, a desordem e a improvisação das ações
comunicativas fragmentam a identidade e a imagem. O planejamento
há de se amparar nas pesquisas de clima organizacional
e na auditoria de imagem, procurando-se compor uma estrutura orgânica
e sistêmica para os programas internos e externos, tendo
como parâmetros a integração de linguagens
e a harmonia de princípios, valores e conceitos.
- Articulação Institucional
– As organizações privadas e públicas
estão freqüentemente às voltas com questões
que batem nas portas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A esfera dos negócios e a esfera da administração
pública, em todos os níveis, precisam manter uma
permanente e sólida relação com aqueles Poderes,
com a finalidade de amparar arestas, conferir posições,
ajustar linguagens e harmonizar interesses. Por isso, apresenta-se
como prioritária a implantação de um sistema
de articulação institucional, que é um dos
eixos do marketing das organizações. Por outro lado,
um dos fenômenos mais vigorosos da contemporaneidade, tanto
na esfera internacional como no âmbito interno, é
a organicidade social. O Terceiro Setor, representado pelas organizações-não-governamentais,
desponta como uma super-estrutura de defesa da sociedade. E esse
fenômeno ocorre na esfera internacional e, de maneira muito
forte, em nosso país. Não será possível
às organizações desconhecer essa realidade.
Ao contrário, o sucesso organizacional há de levar
em consideração uma relação intensa
e profícua com a sociedade organizada. Este é um
espaço que está a merecer destaque por parte do
planejamento do marketing institucional.
- Estudos de Imagem de Marca para
Empresas e Entidades - Marca desajustada, imagem
velha e desatualizada, imagem de marca distorcida, imagem negativa,
marcas que se canibalizam no mercado, códigos semânticos
e estéticos em desarmonia com valores e conceitos da organização
– estas são algumas das posições encontradas
nos estudos de marca e imagem. A GT tem feito estudos altamente
especializados no campo de imagem de marca, contando com renomados
especialistas no campo dos signos. Quando, como e em que circunstâncias
uma empresa deve fazer ajustes de marca ou até mudar de
nome? Essa tem sido uma angustiante questão que a GT tem
condições de responder, depois, é claro,
de uma elaborada radiografia da identidade empresarial em questão.
MARKETING PARA PREFEITURAS
As administrações
municipais carecem de um planejamento de marketing governamental.
Trata-se de organizar as estruturas de comunicação,
os sistemas de pesquisas, de articulação e de mobilização,
de forma a garantir às administrações as ferramentas
básicas para aproximar a esfera pública dos cidadãos,
que é uma meta ascendente na sociedade brasileira.
A GT
pode fazer isso com a competência e a experiência de
quem conhece profundamente a realidade dos Executivos municipais.
MARKETING PARA GOVERNOS ESTADUAIS
Nos
últimos anos, o processo de comunicação governamental
e política passou por uma evolução. Está
esgotado o ciclo do processo de comunicação restrito
à operação clássica de Assessoria de
Imprensa, cujo fundamento é a cobertura de atos rotineiros
do governo e da presença do governador e do prefeito nas
mídias locais, por meio de entrevistas e análises.
As assessorias de imprensa têm sido, normalmente, reduto de
jornalistas que acabam se acomodando às rotinas, regadas
de releases e matérias laudatórias. Esse processo
está condenado ao fracasso, em função de demandas
sociais diferentes e do caráter fiscalizador que passou a
exercer a sociedade.
O Executivo
Estadual carece de um sistema de marketing condizente com as mudanças
que se processam na sociedade brasileira. O marketing governamental
vai ajudá-lo a ampliar as pontes de comunicação
com a comunidade estadual, a prestar contas periódicas, a
criar climas de aproximação e simpatia, a abrir fluxos
de acesso, a identificar anseios, expectativas e demandas sociais
e, sobretudo, a estabelecer um clima de confiança e credibilidade,
fatores importantes, porém cada vez mais raros.
A GT
sugere que, no início da administração, o Governo
eleito tome a iniciativa de elaborar um amplo programa de marketing.
Trata-se da ferramenta que irá balizar as ações
governamentais, aproximando o Governo da população.
A GT
sugere ainda que, a cada 6 meses, o Executivo Estadual se submeta
a uma Auditoria de Imagem, a fim de detectar os pontos fortes e
fracos da ação governamental.
MARKETING PARA ADMINISTRAÇÃO
FEDERAL
No
caso da Administração Federal, a questão da
imagem sempre dependeu, em primeiro lugar, do estado geral da economia.
A implantação, no Brasil, do Plano Real e o conseqüente
domínio da inflação foram responsáveis,
por muito tempo, pela imagem positiva do Poder Executivo. Mas a
crise estrutural do Estado – sistema cartorial, cooptação
parlamentar por meio de benesses, sistema partidário frágil,
com migrações de parlamentares pelos partidos ao longo
dos mandatos – tem diminuído a confiança da
população no Governo Federal, afetando o ânimo,
o conceito e a imagem da administração.
O Poder
Executivo Central tem sido objeto de críticas, dentre as
quais algumas são recorrentes e outras pontuais:
- Desenvolve-se uma espécie de presidencialismo imperial,
pela capacidade do Executivo em concentrar forças e poderes,
que usa, de maneira conveniente, para cooptar bases políticas.
- Carece o Executivo de linguagem harmônica, que se observa
pelo desentrosamento das equipes das unidades governamentais.
- Carece também de visão de planejamento de longo
prazo, provocando a erosão de sistemas e processos e, por
isso, adensando os fatores causais das crises sucessivas por que
passa o País.
- Descumpre políticas e programas apresentados nas épocas
de campanhas eleitorais.
A imagem
do Poder Executivo é freqüentemente associada à
imagem do presidente, que simboliza o eixo central do conjunto de
forças da administração. Ou seja, a figura
do mandatário-mor acaba se impregnando das distorções
provenientes da estrutura governamental.
A GT
sugere que os órgãos e empresas que integram o Executivo
Federal passem a se orientar por planos específicos de marketing,
promovendo, a cada seis meses, uma Auditoria de Imagem com a finalidade
de controlar e ajustar aspectos da identidade.
MARKETING PARA O PODER JUDICIÁRIO
A associação
da imagem do Poder Judiciário com a postura e o comportamento
de maus juízes também tem sido freqüente. A imagem
também é associada à suntuosidade das instalações
da Justiça, não condizente com o quadro de grandes
carências sociais. Não combina mordomia com a rigidez
ética da Justiça. As regalias de determinados juízes
são lembradas pela mídia. E os casos de corrupção
no setor geram continuada polêmica. Basta ver exemplos notórios
de imoralidade e improbidade administrativa ocorridos em alguns
Estados, como no caso do prédio do Tribunal Regional do Trabalho,
em que o nome de um juiz passou a ser sinônimo de desonestidade
e corrupção. Na verdade, uma ocorrência negativa
na área do Judiciário tem mais peso do que no setor
político, em função dos conceitos de ética,
dignidade, imparcialidade, respeitabilidade, cultura e preparo intelectual,
despojamento e incorruptibilidade que se conectam à identidade
e à imagem dos representantes do Poder Judiciário.
Portanto, uma ocorrência na área do Judiciário
vale por três na área política.
Por
isso mesmo, o Poder Judiciário, com suas estruturas espalhadas
por todas as unidades federativas, carece de um sólido planejamento
de marketing institucional. Essa ferramenta é fundamental
para que o Judiciário possa conservar os valores e a integridade
que formam a sua identidade.
A GT
sugere também para o Poder Judiciário a realização
de estudos que redundem em uma ampla Auditoria de Imagem.
MARKETING PARA CAMPANHAS POLÍTICAS
A experiência
do prof. Gaudêncio Torquato no campo de campanhas políticas
em praticamente todas as regiões brasileiras confere à
GT Marketing e Comunicação um pedestal de qualidade
nesse setor. Trata-se de aferir as realidades regionais e locais,
as qualidades e defeitos de candidatos e adversários, as
lideranças políticas e as forças sociais de
peso e, a partir do espectro radiografado, elaborar a peça
de planejamento da campanha, que abrange: as expectativas da comunidade,
a construção da identidade, a formação
e o desenvolvimento do discurso do candidato, as atividades de articulação
e mobilização e a montagem da estrutura de execução
da campanha. Esse trabalho deve ser iniciado bem antes do pleito
eleitoral, trabalhando-se com antecedência a fim de se poder
ingressar na campanha de forma natural. O passo seguinte é
a montagem e treinamento das equipes de campanha.
O trabalho
da GT começa com a montagem da bateria de pesquisas quantitativas
e qualitativas, a leitura das pesquisas, a definição
dos pontos básicos das propostas, a eleição
das ênfases de campanha, a definição dos materiais,
a partir das cores, slogan e jingles, o esquema de distribuição,
a montagem do Plano de Governo (campanha majoritária) e Propostas
(campanha proporcional), o planejamento dos programas de rádio
e TV, o controle e monitoramento da campanha, entre outros aspectos.
A GT
oferece a sua experiência tanto para as atividades de planejamento
quanto para a consultoria de execução de serviços
de marketing e comunicação.
MARKETING PARA ASSOCIAÇÕES
As atividades das instituições podem ser agrupadas
em quatro vertentes:
a) o campo da batalha externa
b) o campo corporativo interno
c) o campo formacional
d) o campo da visibilidade
No
primeiro campo, trava-se a batalha da entidade para preservar os
interesses das categorias que representa e expandir sua força.
O sentido corporativo é quem gera a fortaleza institucional.
Quanto mais unida a comunidade, quanto mais integrada em torno de
idéias e posicionamentos, mais forte será a associação.
Por essa razão, a comunicação interna é
fundamental para a consolidação do ideal integrativo.
O terceiro eixo das instituições é a área
de desenvolvimento tecnológico e aperfeiçoamento profissional
dos corpos associados. Trata-se, na verdade, do eixo que cuida dos
avanços das categorias representadas. Quem não consome
informação e adiciona conhecimento, nesses tempos
de alta competitividade e desafio de qualidade, acabará defasando
e perdendo o bonde da História. E é para preencher
essa necessidade que as instituições devem estabelecer
uma sólida e densa programação voltada para
o aspecto formacional. Eventos, cursos, seminários, workshops,
encontros e palestras com técnicos renomados integram essa
área. O quarto campo de atuação é o
da visibilidade. A equação é simples: a instituição
precisa tornar-se conhecida para ter força e poder fazer
pressão. Quanto mais força adquirir, mais visibilidade
ganhará nos meios de comunicação.
A GT
tem condições de oferecer um suporte de planejamento
com esses quatro eixos ao universo associativo. |
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