Sun Tzu, in A Arte da Guerra
"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas..."

Clausewitz, in Da Guerra
"Desde o condutor de transportes e o tocador de tambor até o general, a ousadia é a mais nobre das virtudes, o aço verdadeiro que dá à arma o seu gume e brilho."

Miyamoto Musashi, in Um Livro de Cinco Anéis
"O estrategista transforma coisas pequenas em grandes coisas. O princípio da estratégia é: tendo-se uma coisa, pode-se descobrir dez mil coisas."

Cardeal Mazarino, in Breviário dos Políticos
"Não te deixes jamais levar a confiar teus segredos, pois não há ninguém que, com o tempo, não possa tornar-se teu inimigo. Não faças nada em estado de euforia. Cometerias erros ou cairias em armadilhas."

Sêneca, in Sobre a Brevidade da Vida
"O maior impedimento para viver é a expectativa, a qual tende para o amanhã e faz perder o momento presente. Tudo que está por vir se apresenta na incerteza: desde já, viva."

Nicolau Maquiavel, in O Príncipe
“O príncipe deve ser ponderado em seu pensamento e ação, não ter medo de si mesmo e proceder de forma equilibrada, com prudência e humanidade, para que a excessiva confiança não o torne incauto, nem a exagerada desconfiança o faça intolerável.”

Liddell Hart, in As Grandes Guerras da História
“Ajuste seu fim aos seus meios. Uma visão clara e um raciocínio frio deve prevalecer por ocasião da escolha do objeto da guerra. É loucura querer ´abocanhar mais do que se pode mastigar´ e é uma prova de sabedoria analisar os fatos friamente, embora sem perder o otimismo: a fé pode realizar o aparentemente impossível quando a ação for iniciada.”

Cícero, in Dos Deveres
“A mais elevada e perfeita glória depende de três fatores: se o povo nos ama, se tem confiança em nós e se julga, com uma certa admiração, que somos dignos de respeito.”

Sun Tzu, in A Arte da Guerra
“Preparar iscas para atrair o inimigo. Fingir desorganização e esmagá-lo. Se ele está protegido em todos os pontos, esteja preparado para isso. Se ele tem forças superiores, evite-o. Se o seu adversário é de temperamento irascível, procure irritá-lo. Finja estar fraco e ele se tornará arrogante. Se ele estiver tranqüilo, não lhe dê sossego. Se suas forças estão unidas, separe-as. Ataque-o onde ele se mostrar despreparado, apareça quando não estiver sendo esperado.”

Miyamoto Musashi, in Um Livro de Cinco Anéis
"Pense sempre em cruzar o riacho; e cruzá-lo no ponto mais propício. Cruzar o riacho significa atacar o ponto vulnerável do adversário e colocar-se em posição vantajosa."

Cardeal Mazarino, in Breviário dos Políticos
"Observa os vícios e as virtudes de cada um; poderás, assim, em caso de necessidade, jogar uns contra outros para comandares alguém. Isso deixará um belo arsenal à tua disposição."

Clausewitz, in Da Guerra
“Nenhuma batalha é decidida num único momento, embora em todas as batalhas surjam momentos de crise de que depende o resultado. A perda da batalha é, pois, um descair gradual.”

Nicolau Maquiavel, in O Príncipe
“Um príncipe precisa saber usar bem a natureza animal; deve escolher a raposa e o leão, porque o leão não tem defesa contra os laços, nem a raposa contra os lobos. Precisa, portanto, ser raposa para conhecer os laços e leão para aterrorizar os lobos.”

Liddell Hart, in As Grandes Guerras da História
“Cuide para que seu plano e seu dispositivo sejam flexíveis e adaptáveis à situação. Seu plano deve prever e prover a manobra a ser realizada em caso de êxito, de fracasso ou de êxito parcial, que é o caso mais comum na guerra.”

Cícero, in Cartas aos Amigos
“Não se deve permanecer apegado a uma mesma opinião, quando as circunstâncias se alteram e as intenções dos homens de bem mudam, mas se deve adequar ao momento. Com efeito, nunca, tratando-se de líderes que dirigem o Estado, nunca se elogiou o apego eterno a uma mesma opinião; ao contrário, assim como, na arte de navegar, é prova de habilidade seguir o movimento da tempestade, mesmo que não se consiga alcançar o porto, e, assim que possível, mudando a posição das velas, ir em direção a ele, é estúpido, em caso de perigo, manter o curso originalmente traçado, em vez de, adaptando-o, chegar finalmente aonde se quer, da mesma forma, se para todos nós, na administração pública, o objetivo deve ser aquele que tantas vezes foi dito por mim, a saber, paz com dignidade, não devemos ficar sempre declarando isso, mas ter sempre isso em vista.”

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